Impactos do mercúrio mobilizam discussões sobre saúde na Amazônia
Última atualização: 10 de Abril de 2026 - 11:15
FVS-RCP participa de evento e acompanha debates sobre contexto e proteção à saúde
Estão abertas as inscrições para a oficina Mercúrio e os Desafios na Amazônia. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) participa acompanhando as discussões sobre os impactos ambientais na região, especialmente a presença de mercúrio e seus efeitos na saúde da população. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://forms.gle/m3kVromKEgyrMwHQ8
A iniciativa é coordenada "pelo Programa de Extensão “Rios Online” da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com o Institut de Recherche pour le Développement (IRD), organização francesa dedicada à pesquisa científica voltada ao desenvolvimento sustentável, com forte atuação na Amazônia, e custeado pelo Programa FEFAccion do Ministério das Relações Exteriores da França", e busca informar, conscientizar e capacitar alunos e profissionais que trabalham com o tema e pessoas que vivem em comunidades ribeirinhas.
Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, acompanhar esse tipo de discussão fortalece as ações de saúde pública. “A participação da Fundação permite estar próxima da produção científica e das experiências em campo, contribuindo para o aprimoramento das estratégias de vigilância em saúde no estado”, destacou.
Na coordenação do encontro, a professora Tereza Cristina Oliveira (ICE/Ufam) reforça a importância da iniciativa para ampliar o acesso à informação. “Serão apresentados dados sobre a presença de mercúrio em áreas como as Terras Yanomami e o Parque Nacional de Anavilhanas. A participação de diferentes instituições amplia o diálogo e fortalece a conscientização sobre essa problemática”, afirmou.
Pesquisa científica na prática
No dia 22 de abril, no auditório Vitória Régia do Centro de Ciências Ambientais – UFAM, setor Sul, o evento será aberto ao público e vai abordar o panorama atual da contaminação por mercúrio na Amazônia.
Nos dias 23 e 24, a programação segue com atividades práticas, com vagas limitadas. Os participantes terão acesso a técnicas de coleta e preservação de amostras para análise laboratorial, além de vivências de pesquisa participativa voltadas à construção conjunta de estratégias para reduzir a exposição ao mercúrio.
Quem acompanhar toda a programação receberá certificado com carga horária de 30 horas. Os participantes do primeiro dia terão certificação de 8 horas.
TEXTO: Beatriz Crispim
FOTO: Divulgação/ FVS-RCP
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